Saibam amigos, ou outrosQue renego as palavras que rimam
Musicais nos ouvidos moucos
Trovões que céus dominam
Não sou poeta nem letrado
Não domino rimas nem sei de metricas
Serei mais um poema inacabado
Num livro de mentiras tétricas
Sei que alguns me mimam
Com doces adjectivos
Ó como sois loucos
Dando-me tantos mimos
Parecem descargas eléctricas
Tais trovões do passado
São como gritos primitivos
O que então sentimos
Meus amigos todos são
Um Mundo imenso coração
Àqueles que chamo de amigos
Lego uma oração todos os Domingos
7 comentários:
Meus amigos
Somos tão pequenos. Somos tão pequenos perante o «tudo» que nos envolve, que até o «nada» é maior que nós.
Deu-me para isto...
Aqui,sim! É outra coisa.Não é a confusão do blog do Virilão,só comboios e o chinfrím dos rodados a entrar pelos ouvidos.Com este fundo cor-de-rosa,belas paisagens e o azul da Terra lá em baixo,não admira que fiquemos poetas.
Este mundo não presta,venha outro.
Já por tempo de mais aqui andamos
A fingir de razões suficientes.
Sejamos cães do cão:sabemos tudo
De morder os mais fracos,se mandamos,
E de lamber as mãos,se dependentes.
J.S.
Um abraço para o Rui.
Aqui,sim! É outra coisa.Não é a confusão do blog do Virilão,só comboios e o chinfrím dos rodados a entrar pelos ouvidos.Com este fundo cor-de-rosa,belas paisagens e o azul da Terra lá em baixo,não admira que fiquemos poetas.
Este mundo não presta,venha outro.
Já por tempo de mais aqui andamos
A fingir de razões suficientes.
Sejamos cães do cão:sabemos tudo
De morder os mais fracos,se mandamos,
E de lamber as mãos,se dependentes.
J.S.
Um abraço para o Rui.
Aqui,sim! É outra coisa.Não é a confusão do blog do Virilão,só comboios e o chinfrím dos rodados a entrar pelos ouvidos.Com este fundo cor-de-rosa,belas paisagens e o azul da Terra lá em baixo,não admira que fiquemos poetas.
Este mundo não presta,venha outro.
Já por tempo de mais aqui andamos
A fingir de razões suficientes.
Sejamos cães do cão:sabemos tudo
De morder os mais fracos,se mandamos,
E de lamber as mãos,se dependentes.
J.S.
Um abraço para o Rui.
Como foi a primeira vez,foi em triplicado.
Esqueci-me de tirar o "papel-quimico"...
Doces palavras que me ferem...
este Pena Escarlate gosta de dar nas vistas. Quanto ao poema confesso que acalma mas prefiro em musica tipo abrunhosa...heheheh
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